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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

É um regalo para os olhos


Diz a lenda, que o rei para alegrar a sua rainha (que andava triste por não ver neve) mandou plantar milhares de amendoeiras, que ao florirem imitariam a neve. O que é facto é que as amendoeiras em flor, em Foz Côa (por exemplo) são de referência mundial, tal é o efeito da sua beleza e fazem-se excursões nesta altura, com várias carreiras, para ver esse magnífico espectáculo que são as Amendoeiras em Flor. Quer no norte quer no Algarve. Agora também possível no Bairro das Amendoeiras, Marvila, Lisboa.
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Marvila é composta em boa parte por pessoas que vieram do Norte, onde esta árvore floresce, e foi com base no reencontro dessas gentes com um pouco das suas origens, que o Bloco de Esquerda em pleno Outono escaldante de 2006 - altura em que os moradores do Bairro das Amendoeiras continuavam a luta pela restituição das suas casas - fez surgir a ideia de "colocar na Av. Dr. Augusto Castro, várias destas belíssimas árvores." Apresentada na Assembleia de Freguesia, alguns meses depois (tempo para amadurecimento e aferição da viabilidade da ideia) foi ali aprovada por unanimidade e a Junta de Freguesia ousou implementá-la.
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Hoje, passados 3 anos, dá gosto ver as amendoeiras da Rua Dr. Augusto Castro e como são uma mais valia no local e para os moradores do Bairro das Amendoeiras em particular. Que todos os cidadãos de Lisboa possam desfrutar deste magnífico espectáculo das amendoeiras em flor ... no Bairro das Amendoeiras.

Bloco de Esquerda de Marvila
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terça-feira, 4 de maio de 2010

Bloco de Esquerda visitou Bairro das Amendoeiras para constatar as injustiças


Numa visita aos bairros das Amendoeiras e Loios, a deputada Rita Calvário e outros dirigentes bloquistas constataram a injustiça e arbitrariedade do IHRU na venda das casas.

Em visita ao Bairro das Amendoeiras e Lóios a deputada bloquista Rita Calvário, mais um deputado municipal e o deputado da freguesia, acompanhados por cerca de 30 moradores, constataram a injustiça e arbitrariedade cometidas pelo Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) na venda das casas, mas também na injustificável aplicação, mais uma vez, do regime de renda apoiada a quem não pode ou quer comprar as suas habitações.

Recorde-se que este bairro de habitação social reverteu para o Estado em 2007, após resolução unânime da Assembleia da República, quando a Fundação Dom Pedro IV tentou aplicar o regime de renda apoiada a estes moradores, considerado ilegítimo pelo tribunal e o então Provedor da Justiça. Agora é o próprio Estado, através do IHRU, que adopta o mesmo tipo de comportamento ao ter enviado cartas aos moradores do lote I (os outros serão a seguir, quando começarem as obras de reabilitação dos espaços comuns) com aumentos de renda incomportáveis, chegando nalguns casos a 1.400 %.

O Bloco de Esquerda apresentou na Assembleia da República um projecto em que, por um lado, rejeita a aplicação da renda apoiada, propondo a aprovação de um regime de renda fixa que considere a categoria e tipo de habitação e os rendimentos globais dos moradores, e por outro lado, seja feita a revisão dos processos de compra e venda das habitações quando solicitado e a reavaliação do preço dos imóveis utilizando critérios justos e cumpridores da lei.

Este projecto será discutido esta terça-feira, às 11h, na Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local.
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Ler mais aqui .
Eis o requerimento dirigido ao Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território. 
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